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Opinião com Luiz Fernando Alfredo - 25/02/2025



A desafiadora física quântica

A física quântica, ao abordar o comportamento das partículas em escalas extremamente pequenas, desafia muitas das nossas intuições sobre o mundo macroscópico. O Princípio da Incerteza de Heisenberg, que afirma que não podemos conhecer simultaneamente a posição e o momento. A sua reflexão sobre a relação entre física quântica, de uma partícula com precisão absoluta, é um exemplo de como as leis da física quântica diferem das nossas experiências cotidianas.
A nanotecnologia, que lida com materiais e dispositivos em escala nanométrica (um bilionésimo de metro), permite manipular a matéria em níveis que antes eram inimagináveis. Isso traz inúmeras aplicações, desde a medicina até a eletrônica. No entanto, mesmo com todo o avanço, há limites. Esses limites podem ser tanto experimentais quanto teóricos, e muitas vezes resultam das dificuldades em observar e medir fenômenos quânticos diretamente.
Os cientistas frequentemente enfrentam o desafio de estudar sistemas que são, por natureza, muito pequenos ou muito distantes. Enquanto no microcosmo podemos realizar experimentos controlados e tangíveis, no macrocosmo, muitas teorias são propostas com base em observações indiretas e modelos matemáticos.
Ainda há muito a explorar e entender, e a pesquisa contínua em física quântica e nanotecnologia pode eventualmente oferecer respostas para perguntas fundamentais sobre a natureza da matéria e as interações fundamentais que regem o universo. A busca pelo "mistério da incerteza" e pela compreensão das partículas subatômicas é um dos grandes desafios da ciência moderna e pode abrir novas fronteiras do conhecimento no futuro.
A proposta de que a menor partícula, a partir da qual tudo se origina, pode ser uma substância intangível pertencente ao mundo invisível do criador, provoca uma reflexão profunda sobre a natureza da realidade e a intersecção entre ciência e espiritualidade. Essa abordagem sugere que, além das partículas subatômicas conhecidas pela física, como quarks e elétrons, existe uma dimensão mais profunda e ainda não compreendida que poderia ser a fonte de toda a matéria e energia.
Dessa perspectiva, a menor partícula não seria apenas uma unidade física, mas uma manifestação de uma essência criativa que transcende a compreensão material. Ela poderia ser vista como um elo entre o mundo físico e o espiritual, indicando que a matéria não é apenas composta de elementos tangíveis, mas também de uma força invisível ou energia que dá vida a tudo ao nosso redor.
Essa visão pode nos levar a questionar a natureza do universo e o papel da consciência na formação da realidade. Se realmente existe uma substância intangível que conecta todas as coisas, isso poderia significar que a nossa percepção da realidade é apenas uma parte de um todo infinito e mais complexo. A busca pelo conhecimento científico poderia, portanto, ser complementada por uma busca espiritual, onde o entendimento do universo se torna uma jornada tanto externa quanto interna.
Além disso, a ideia de uma substância intangível poderia abrir novas possibilidades para a pesquisa em áreas como física quântica, onde a dualidade onda-partícula e os fenômenos de entrelaçamento quântico já desafiam nossas noções convencionais de realidade. Isso poderia inspirar novas teorias que considerem não apenas as propriedades físicas das partículas, mas também suas implicações metafísicas e espirituais.
Em resumo, a proposta de que a menor partícula é uma substância intangível pertencente ao mundo invisível do Criador nos convida a expandir nossa compreensão do universo, integrando ciência e espiritualidade, e nos encorajando a explorar as profundas conexões que existem entre todos os aspectos da existência.
Já houve um experimento da dupla-fenda, que demonstrou que as partículas atiradas ultrapassaram a dupla-fenda e quando bateu no anteparo virou onda, por outro lado, quando observadas continuou partícula, deixando a dúvida se às partículas passaram por uma fenda ou pelas duas. Utilizando o experimento da dupla-fenda através de um computador quântico com Inteligência artificial adaptada para observar, esperando que ela não dotada de emoção, neutra, e verificou-se que o computador travou sozinho, mostrando resultados estranhos. Não continuaram porque viram que estavam mexendo com algo ligado ao sagrado, que poderia desencadear um desastre inimaginável, o qual não estariam preparados. Não houve nenhuma divulgação oficial.
Há propostas sobre a física quântica, estar ligada à espiritualidade, pois, supõem-se que o universo é um tecido ou uma teia onde estão conectadas todas as consciências e, pensamos que através do imanente não se desvenda o transcendente, sem acrescentarmos a fé.
A força gravitacional, a força eletromagnética e a força nuclear (força forte e força fraca) correspondem às forças fundamentais da natureza. Talvez a consciência ou o espírito faça parte destas forças. O fato é que apesar do avanço da tecnologia através dela, não respondeu ainda aos cientistas o fato de ser probabilística.
A maioria dos que se dizem cientistas “chuta” demais atrás de fama e não desfaz os equívocos. Veja o telescópio James Web já desmontou a proposta do “Big bang” e ninguém falou nada, assim ouvimos do cientista brasileiro Marcos Erbelin, Químico, especializado em Espectrometria de massa, membro da academia brasileira de Ciências, tem quase mil publicações nas revistas científicas Sciense e Nature, de quem somos admiradores.
Entendemos que o mundo está perto de um evento que mudará a verdadeira essência da vida, só não imaginamos o quanto e o que.
Vamos aguardar o que vem por aí.
Misericórdia Senhor!

Luiz Fernando Alfredo

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Gazeta de Varginha

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