terça-feira , 23 Janeiro 2018
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Consulta a lojistas mostra que mais de 50% mantiveram/aumentaram vendas de fim de ano

A entidade enviou 450 e-mails para empresários de Varginha perguntando se as vendas aumentaram, diminuíram ou mantiveram em comparação ao ano passado. Desse total de e-mails 134 responderam. De acordo com a pesquisa, 43,28% dos lojistas mantiveram as vendas, 35,82% tiveram queda e 20,90% tiveram aumento. Além disso, a pesquisa perguntou também a que o comerciante atribui o resultado seja ele positivo ou negativo.

Em conversa informal com empresários no centro comercial, na semana do Natal, a reportagem do Gazeta de Varginha já mostrava possível aumento em 2017 em relação a 2016. Lojistas dos segmentos de vestuário, sapatos e eletrodomésticos se mostraram surpresos com o movimento nos seus estabelecimentos.

Dos lojistas que tiveram queda, a maioria indicou que a crise econômica foi o principal fator que influenciou no resultado. Já os lojistas que tiveram crescimento, fatores como promoções e investimento em marketing ajudaram no bom resultado.

 

No país

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Natal 2017 mostra crescimento de 5,6% na semana entre 18 e 24 deste mês em relação a igual período de 2016. No fim de semana que antecedeu o Natal, de 22 a 24, a alta foi de 0,8% na comparação com igual período do ano passado (de 16 a 18). Conforme os economistas da Serasa Experian, o aumento no volume de vendas do comércio reflete a recuperação da renda real dos consumidores, influenciada pelo recuo “sistemático” da inflação e pela queda “gradual” do desemprego, além da retomada da confiança e do crédito após a queda do juro.

 

Vendas a prazo 

As vendas a prazo na semana anterior ao Natal, entre os dias 18 e 24 de dezembro, aumentaram 4,72% na comparação com as de 2016. Trata-se do primeiro ano de crescimento após três anos consecutivos de retração. Os dados, divulgados hoje (26), são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Os resultados de vendas a prazo no Natal nos anos anteriores foram: -1,46% (2016), -15,84% (2015) e -0,7% (2014). Neste ano, com exceção do Natal e do Dia das Crianças (crescimento de 3%), nas demais datas festivas, as vendas não tiveram resultados animadores: Páscoa (+0,93%), Dia das Mães (-5,50%), Dia dos Namorados (-9,61%) e Dia dos Pais (-2,18%).

“O acesso ao crédito mais difícil e os juros elevados ainda limitam o poder de compras dos brasileiros, mas, com a economia dando sinais de retomada, os consumidores foram às compras de forma menos tímida que nos últimos anos e também nas outras datas comemorativas de 2017”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. Segundo Pellizzaro, porém, embora o crescimento deste ano pareça forte, ainda está longe dos resultados dos anos anteriores à crise econômica.

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas feitas ao banco de dados do SPC Brasil, com abrangência nacional, entre os dias 18 e 24 deste mês. Segundo levantamento da entidade, o gasto médio do brasileiro com o total de presentes de Natal girou em torno de R$ 461,91. A estimativa é de que a data movimentasse cerca de R$ 51 bilhões na economia.

 

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