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Coluna Trajetória 23/01/2018

                     Será que o eleitor continuará com a memória curta?

Infelizmente o eleitorado brasileiro, até as eleições de 2014, ainda se deixou enganar com a retórica mentirosa da maioria dos candidatos e o PT foi o grande vitorioso, juntamente com seus puxadinhos de esquerda, reforçados pelas suas coligações famintas de leite público.

A grande “Vaca brasileira”, digo, Petrobrás, amamentava uma quantidade de políticos considerados honrados até então. No entanto, à medida que o tapete majestoso era erguido, víamos a podridão que estava debaixo.

Grandes líderes estavam atolados até o pescoço na sujeira incomensurável deste Brasil varonil, tiraram a hilariante Dilma, colocaram Lula encurralado – mostraram o quão cafajeste é este indivíduo -, a lava jato esteve em alta, apareceu o Juiz Moro como paladino da justiça, veio à tona a caixa preta do Supremo, embora ninguém tenha coragem de abri-la. Os presos menos graduados, delatores que gozam de ótimos benefícios incompatíveis com a qualidade de suas delações, pois até agora aqueles que têm foro foram privilegiados e denunciados no Supremo, continuam ilesos. Mais de 110 processos chocando debaixo do Juridiquês arcaico dos Ministros intocáveis.

Vimos também dois bandidos frios da J&S, patrocinados pela mídia da Rede Globo, tentando tirar o Presidente Temer a qualquer custo, parando o país por um longo tempo, irrecuperável para o sistema econômico.

Estamos para consagrar a grande virada da economia com a reforma da previdência, caso ela não seja retalhada e que todos os brasileiros sejam tratados igualmente, acabando com todos os privilégios.

Bem, agora que já lembramos quase tudo de podre no Brasil, esperamos que possamos acabar com as ratazanas através do voto.

Se nós não votarmos nos seguidores da seita, criada pelos falsos intelectuais, sindicatos, artistas, desocupados crônicos, cujo pretexto era lutar pela inclusão social, donde surgiu o diabólico Lula, já estará de bom tamanho, pois os maiores programas de reduzir já existiam desde Fernando Henrique Cardoso e só foram mudados de nomes.

E, se alguém acha que o rótulo de seita é exagero, leia as declarações da Senadora petista Gleisi Hoffmann.

                                                                                               Luiz Fernando Alfredo

 

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