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Coluna Trajetória – 10/10/2017

Sonhar é preciso….

 

Como seria um mundo melhor?

Vamos sonhar…

Se conseguíssemos tirar o dinheiro do alto da cabeça e colocá-lo debaixo dos pés.

Se conhecêssemos bem a força que temos e pensássemos: Eu quero, eu posso, eu consigo, não precisaríamos ter inveja.

Se tivéssemos consciência de que nada sabemos, e tentássemos com força, fugir da ignorância.

Se tivéssemos a convicção que não precisamos ter vergonha de falar do Homem que mudou a história e encheu o mundo de esperanças, alívio e amor, agradecendo-O com veemência sempre, sem nos sentirmos bregas.

Se conseguíssemos viver em abundância sem afanarmos a colheita dos outros.

Se transformássemos cinzentas terças feira em manhãs ensolaradas de domingo.

Se soubéssemos que sorrirmos sempre com franqueza e amabilidade, tentando harmonizar os ambientes e desarmar espíritos momentaneamente revoltados, evitaríamos muitas tragédias.

Se entendêssemos que, se não temos inspiração nenhuma, deveríamos transpirar para obtê-la.

Se compreendêssemos que, quando conseguimos altos lucros, é por que alguém ou alguns tiveram prejuízos nas mesmas proporções.

Se tivéssemos a capacidade de aceitar com humildade que muitos famosos só não foram esquecidos porque tiveram eloquentes biógrafos e que muitos anônimos, que mudaram rumos importantes, só são lembrados no dia de finados ou não, nem mesmo pela família, saberíamos que somos facilmente substituíveis e, daí, poderíamos chutar a vaidade para bem longe.

Se soubéssemos como seguir os caminhos dos bravos, os quais são mais sinuosos, pois eles têm que desviar dos covardes que, como tartarugas, se escondem debaixo de seus cascos e ficam inertes atrapalhando a passagem, e só desentocam na hora da vitória.

Se soubéssemos que um minuto de autenticidade vale mais do que um ano de hipocrisia.

Se tivéssemos convicções de que realizando nossas tarefas com zelo, consciência do que estamos fazendo e com prudência, não daríamos, jamais, prejuízos de ordem nenhuma à ninguém.

Se tivéssemos convicção que esbanjarmos ou sonegarmos dinheiro público é o mesmo que economizarmos na construção dos pilares que sustentarão as novas gerações.

Se soubéssemos que fingirmos que trabalhamos, porque achamos que ganhamos pouco e jamais tentássemos reagir, buscando novos horizontes, não passaríamos de mortos vivos.

Enfim, deixando de sonhar, acordemos e encaremos a realidade. Ela não é tão difícil assim, somos todos capazes, somos semelhantes, tudo podemos na fé e no conhecimento.

A neurociência que, numa boa síntese, significa o estudo do sistema nervoso e suas funcionalidades, descobriu através de experiências com o estímulo cerebral de vários indivíduos, avaliando através de neurotransmissores, o que causava mais sensação de felicidade naquelas pessoas. Os itens avaliados foram sexo, possibilidade de ganhar muito dinheiro, poder, filantropia, caridade e outros. Para surpresa de todos, o conhecimento adquirido foi o grande causador da maior sensação de felicidade.

 

Luiz Fernando Alfredo

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