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Coluna do Adaury 24/11/2017

Aos leitores, bom dia. 

 

Chega de escrever sobre coisas tristes “crimes”, hoje será com fatos alegres, vamos lá.

 

Parte I

 

“A torre”

 

A antiga Rádio Clube AM era situada onde hoje é o Calçadão da Rua Wenceslau Braz. O diretor, saudoso Sr. Silas Sampaio Morais, estava encontrando dificuldades de encontrar pessoal capacitado para desativar a grande torre de transmissão instalada no cemitério velho, hoje Praça da Fonte. Foi quando chegou em nossa cidade o “Circo do Pelado”. Pois bem, o Sr Pelado tinha um irmão casado com a senhora Madalena Augusto, com três filhos homens e duas mulheres, a Magaly e a Marlene, esta ultima casada com o Sr. proprietário do circo Charles Barry. Creio que o promotor de eventos, Sr. Barry Charles, tem algum parentesco com eles. Pois bem, vamos em frente. O Sr. Pelado vendo a dificuldade do Sr. Silas para desativar a torre, ofereceu a ele três trapezistas para a difícil tarefa. E lá foram eles amarrados um ao outro escalando a torre. A cada manobra arriscada eram aplaudidos por dezenas de pessoas que estavam no local. Finalmente a torre foi desmontada. A radio foi transferida para a Rua Presidente Antonio Carlos, em cima do Bar Capitólio. 

 

Parte II

 

” A formiga cabeçuda”

 
Os jovens amigos sempre solteiros, Lulu Campos, irmão do senhor Mariano Campos (Correio do Sul), e meus amigos, Vicente Campos e Mauro Teixeira, pai do Maurinho Teixeira, todos já falecidos. Pois bem, certa noite de sábado enluarada, os dois na kombi do Lulu levaram as namoradas para o Alto do Tide para uma noite de amor. Continua…

 

Parte 5

 

“A ferroada”

 

Lá chegando, cada um de mãos dadas, seguiram a pé por caminhos inversos. Lulu sentou-se sobre a grama com sua namorada e lá começaram a troca de carícias. De repente ela começou: “Ai ai ai, ui ui ui, que dor”.

Lulu perguntou:

“ O que é isso benzinho minhas carícias estão te deixando louca?”.

E ela responde:

“Não meu amor, olhe nas minhas nádegas a grande formiga cabeçuda com ferrão cravado”.

E terminou uma frustrada noite de amor.

 

Parte III

 

“Popeye” 

 

Havia em nossa cidade um sujeiro com o apelito de Popeye, devido a semelhança física do personagem dos desenhos animados. Quando estava sóbrio, ele trabalhava de chapa (carregador de sacas de café), porém, quando enchia a cara de cachaça, ficava a perturbar os transeuntes. Certo dia Popeye foi preso, o colocaram em uma cela cuja grade dava para a rua. Popeye começou a bulir com todos que passavam. Às mulheres ele dizia: “Ei moça, cê quer casar comigo?”. E aos homens ele gritava: “Puxa, cê é feio hein?”. O escrivão Zé Ruão, irritado com a gritaria do Popeye, saiu até a sacada da delegacia e disse: “Vê se cala essa boca Popeye”. Este respondeu: “CÊ TA ACHANDO RUIM? MANDA ME PRENDER”.

 

Mudando de assunto. Domingo passado recebi a visita do meu amigo Sr. Antonio Delfraro, presenteou-me com um queijo meia cura e uma garrafa de cachaça envelhecida. Muito Obrigado. 

 

Por hoje é só, voei feliz da vida.

Ligue para criticas e sugestões: (35) 99195-7251. 

 

Em tempo: Vocês que apreciam um bom cardápio e comida caseira, façam como eu: ligue: 3223 5232, cada dia um prato variado. Receba em sua residência. 

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