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Coluna do Adaury 20/05/2017

Aos os leitores, Bom dia.

Parte 1

“Agradecimento”

 Começo a coluna de hoje agradecendo ao papa da comunicação, Senhor Antônio Marcos, da Clube FM, que no domingo passado em seu programa líder em audiência fez elogios a esta coluna e a minha pessoa, inclusive leu uma parte desta coluna, elogio de quem veio só me envaidecer de incentivo. Mando abraço à esposa dele, Dona Eliana, e à charmosa sonoplasta Aline. Obrigado .

Parte 2

 “Rua Presidente Antônio Carlos de antigaumente”

Aos jovens leitores eu dedico a coluna de hoje contando como era a rua de antigamente. Vamos lá.

A primeira casa da rua era do meu saudoso ao avô, Mauricio Gomes, onde eu fui criado. Havia um grande curral onde meu pai, Elídio, domava e ferrava cavalos. Também era alugado por hora charretes e cavalos, contribuindo assim com o turismo em nossa cidade. Era comum nas manhãs de domingo moças e rapazes alugarem cavalos para um piquenique no Açude Doce.

Parte 3

“A rua”

 Vou começar até onde minha memória permitir a descer a rua. vamos lá. Primeiro a sapataria de conserto do Senhor Domingos Sapateiro, como era conhecido. O senhor Domingos e sua esposa, Dona Ana Elisa, tinham 3 filhos, o Zé Maria, o Antônio e a Anita, que era casada com o saudoso ex-vereador, Aristeu Ferreira Mendes.

Descendo a sapataria do italiano, Senhor Papali,  depois o estúdio fotográfico do Senhor Agenor Zambotti, pai da linda Thereza Zambotti, que se parece com a modelo Luiza Brunet. Depois o depósito de cigarros Souza Cruz, a casa de artigos domésticos do descendente sírio, Senhor Zé da Realeza, como era conhecido. A cada dia, Senhor Zé colocava em promoção o artigo abaixo do preço ou seja uma panela de pressão ou jogo de copos, et cetera. O slogan da loja era o seguinte: “Realeza é a mãe da pobreza”. Depois a Casa Cristal, do Senhor Alexandre Ésper. Lá, quando criança, eu comprava bolinhas de gude e papel de seda para fazer papagaio.

Depois o Palácio do Lar, do Senhor Nôca Braga, e em frente, a alfaiataria do Senhor Arnoldo Rodrigues, pai de advogado, Doutor Edson, que após uma desavença na partilha de herança foi assassinado no Jardim do Sapo com um tiro no peito. Continuando a descer, a Loja Cosmos, de calçados, do Senhor Sebastião Menezes, a barbearia dos irmãos Cazelato, logo após a loja de materiais elétricos do Senhor Luiz Gabine. A Joalheria Capitólio, do Senhor Manuel Madeira e da vaidosa Dona Anita. A banca de revistas do Senhor Mário e Dona Maria Palmiéri, o Cine Capitólio e o Bar Capitólio.

Em cima, a Rádio Clube de Varginha, que às quintas-feiras tinha o programa de auditório “Rádio Variedades B2”, comandado pelo saudoso José Braga Jordão, pelo Senhor Mauro Teixeira, o pai, Senhor Silas Sampaio Morais e Gilberto Lima. No microfone calouros e cantores da nossa cidade tais como Lila Lopes, Elisabete Reis, Ismênia Azevedo, Iracema Spinelli; os cantores sertanejos, Ribeirão, Corguinho e Paulinho do Acordeon, Antônio Borba, Paulo Lemone, Antônio Otaviano, a dupla Dilermando e Tozi, Adriano Pontes, o alfaiate Expedito Cruz, o garçom do Bar Capitólio, e outros.

Mais abaixo a Casas Pernambucanas, em frente, Alfaiataria Barbieri, cujo alfaiate proprietário tinha um nome um tanto quanto esquisito, se chamava Germinal Barbieri. Depois “A Incendiária”, a “Casa Andére” do Senhor Sandallo Andere, a “Farmácia Santana”, do Senhor Jair Santana, a “Joalheria Silva”, “Casa Humberto Conde”, “Casas Buri”, “Farmácia Braga”, do Senhor Benevento Brás Vieira. 

A “Casa São Luís” que vendia materiais de construção, do Senhor Massa e seu irmão; a fábrica de móveis do Senhor Jairo Paiva, e para finalizar, a prefeitura e a “Farmácia Santa Terezinha”, do Senhor Tiãozinho e Ana Paula.

Termino a coluna parabenizando a minha querida sobrinha, deputada Geisa Teixeira pela aquisição de veículos para órgãos públicos, ou seja, carros para o Corpo de Bombeiros, et Cetera. Geisa não é como outros deputados que só aparecem em Varginha na época de eleição para pedir votos. Termino a coluna mandando abraço na minha irmã Carolina e Zizi, Doutora Ione e minha comadre Vera e seu esposo Zé Luiz, e a um amigo que há tempos não tenho o prazer de sua visita, Senhor Leão Miranda. 

Por hoje é só, voei por entre os vagalumes e pirilampos. Até a próxima se Deus quiser. Meu tel: 35988548831.

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